Fome emocional: quando a comida é a única forma de conforto
- Thalita Martins

- 2 de set. de 2025
- 1 min de leitura

A fome emocional acontece quando buscamos a comida não para suprir uma necessidade fisiológica, mas para lidar com sentimentos como ansiedade, estresse, tristeza, solidão ou até mesmo o tédio. Diferente da fome física, que surge de forma gradual e pode ser saciada com diferentes tipos de alimentos, a fome emocional costuma aparecer de repente, acompanhada de um desejo específico — geralmente por alimentos mais calóricos ou considerados “confortáveis”.
Comer por emoção pode trazer alívio momentâneo, mas, logo depois, é comum surgir culpa ou frustração, o que pode reforçar um ciclo difícil de quebrar. Isso não significa que seja “errado” comer em momentos de emoção — afinal, a comida também tem um papel afetivo e social —, mas quando essa passa a ser a principal estratégia para lidar com sentimentos, é importante prestar atenção.
Reconhecer a fome emocional envolve observar os gatilhos que a despertam, diferenciar sinais de fome física dos emocionais e buscar novas formas de acolher as próprias emoções, como conversar com alguém de confiança, praticar atividades prazerosas ou investir em técnicas de relaxamento. Em um mundo onde tudo parece meio acelerado, acabamos nos desconectando com facilidade de nós mesmos, o que dificulta nossa compreensão sobre o que estamos sentindo e quais são nossas necessidades.
O apoio psicológico pode ser uma ferramenta fundamental para ajudar a desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com sentimentos sem depender apenas da comida. Posso te ajudar nesse processo?

