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Psicoterapia e comportamento alimentar: por que essa relação importa

  • Foto do escritor: Thalita Martins
    Thalita Martins
  • 28 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 2 de set. de 2025


Psicoterapia e comportamento alimentar
Psicoterapia e comportamento alimentar

A psicoterapia é um processo de cuidado da saúde mental que envolve encontros estruturados entre um profissional treinado — como psicólogo ou psiquiatra — e a pessoa que busca ajuda para lidar com questões emocionais, cognitivas ou comportamentais. Mais do que “conversar sobre problemas”, ela é um espaço seguro para compreender padrões, desenvolver novas estratégias e promover mudanças duradouras.


Quando falamos de comportamento alimentar, a psicoterapia assume um papel essencial. Comer não é apenas um ato biológico; está profundamente conectado a emoções, crenças, experiências passadas e contextos sociais. Muitas vezes, dificuldades com a alimentação não têm a ver apenas com o que se come, mas com como e por que se come.


Questões como fome emocional, compulsão alimentar, restrições rígidas, medo de engordar ou culpa após comer costumam estar associadas a pensamentos automáticos e padrões aprendidos ao longo da vida. Na psicoterapia, especialmente em abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é possível identificar esses pensamentos, avaliar se eles são realistas ou prejudiciais e substituí-los por formas mais saudáveis de lidar com a comida e com o próprio corpo.


Além disso, a psicoterapia ajuda a:

  • Desenvolver consciência sobre gatilhos emocionais que influenciam o ato de comer.

  • Fortalecer a autoestima e a imagem corporal positiva.

  • Criar estratégias para lidar com ansiedade, estresse e tristeza sem recorrer apenas à comida.

  • Trabalhar a autocompaixão, reduzindo a culpa associada a lapsos alimentares.


A importância desse processo vai além da mudança de hábitos alimentares: trata-se de transformar a relação com a comida em algo mais equilibrado, prazeroso e alinhado às necessidades reais do corpo e da mente.


Em muitos casos, o cuidado ideal envolve uma equipe multiprofissional, incluindo nutricionista e, quando necessário, médico psiquiatra. Ainda assim, a psicoterapia é a base para compreender o que sustenta comportamentos alimentares problemáticos e, a partir daí, construir mudanças consistentes e sustentáveis. Estou aqui para te ajudar nessa jornada. Vamos dar o primeiro passo?



 
 
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